Letra de «DjMaxnosbeatz»
Letra de "Pode Isso, Arnaldo?" ft. DJ Max nos Beatz, Cleber Ao Cubo, Lito Atalaia e Thiago Grulha
Introdução
(DJ Max nos Beatz)
Verso 1: Paulo César Baruk
Andamo junto a vida inteira
Na rua, na ladeira, no carro, no busão
Só dava a gente, irmão
Na prosa, na risada, na mesa enfeitada
No choro e na dor a gente se dava valor
Pré-Refrão: Paulo César Baruk
Mas algo aconteceu e ninguém percebeu
Subiram o muro, comportamento impuro
Mas ninguém percebeu, nem você e eu
O muro subiu e a amizade sumiu, sumiu
Subiram o muro
Refrão: Paulo César Baruk
Pode isso, Arnaldo? Não pode, não pode
Não pode não, não pode não
Pode isso, Arnaldo? Não pode, não pode
A regra é clara, não pode não
Pode isso, Arnaldo? Não pode, não pode
Não pode não, não pode não
Pode isso, Arnaldo? Não pode, não pode
É contra a regra do coração, não pode não
Pós-Refrão: Paulo César Baruk
Vamos voltar a enxergar além da cor
Da roupa, da cor da pele, da cor
Vamos voltar a usar as lentes do amor
O mundo partido, não somos inimigos
E além dos partidos, podemos ser amigos
Verso 2: Lito Atalaia
Não, não pode não (ano de eleição)
Não, não pode não (ele sim, ele não)
Amigo de amigos, não são meus amigos
Amigos, amigos, viram inimigos
Não, não pode não (ele sim, ele não)
Não, não pode não (ano de eleição)
Todos achamos, se acham perdidos
Pelos partidos ficam partidos
Cê tá fazendo a conta errada, sem opção
Pra ganhar o seu voto, tá perdendo o seu irmão
Não trate como supérfluo o que é raro
Propaganda eleitoral é gratuita, amigo é caro
Refrão: Paulo César Baruk
Pode isso, Arnaldo? Não pode, não pode
Não pode não, não pode não
Pode isso, Arnaldo? Não pode, não pode
A regra é clara, não pode não
Pode isso, Arnaldo? Não pode, não pode
Não pode não, não pode não
Pode isso, Arnaldo? Não pode, não pode
É contra a regra do coração, não pode não
Verso 3: Cleber Ao Cubo
De política em política a minha crítica some
Tome mais amor no coração dos homi
Fome de respeito pelo próximo
Todos têm direito de opiniões ao máximo
Quer dizer, ao mínimo pra crer que Cristo cresça
Ordem e progresso pra que o amor vença
Sem desavença, que isso tudo logo passa
E sem amigo sua vida ficará sem graça
Refrão: Paulo César Baruk
Pode isso, Arnaldo? Não pode, não pode
Não pode não, não pode não
Pode isso, Arnaldo? Não pode, não pode
A regra é clara, não pode não
Pode isso, Arnaldo? Não pode, não pode
Não pode não, não pode não
Pode isso, Arnaldo? Não pode, não pode
É contra a regra do coração, não pode não
Pós-Refrão: Paulo César Baruk
Vamos voltar a enxergar além da cor
Da roupa, da cor da pele, da cor
Vamos voltar a usar as lentes do amor
O mundo partido, não somos inimigos
E além dos partidos, podemos ser amigos
Verso 4: Paulo César Baruk
E quanto a minha opinião, sobre a minha posição
Sinceramente, sou contra a intolerância
Sou contra a arrogância, sou contra
E sou a favor que o cidadão seja cuidado
E assim se sinta amado pra lutar, é o que conta
No ano exato em que morreu o rei Uzias
Leia-se, minha ideologia, eu vi o rei
Que nesse mundo controverso ainda é dono do universo
E permanece no governo, eu vi o rei
Refrão: Paulo César Baruk
Pode isso, Arnaldo? Não pode, não pode
Não pode não, não pode não
Pode isso, Arnaldo? Não pode, não pode
A regra é clara, não pode não
Pode isso, Arnaldo? Não pode, não pode
Não pode não, não pode não
Pode isso, Arnaldo? Não pode, não pode
É contra a regra do coração, não pode não
Ponte
Não pode não
Não pode não
Saída: Thiago Grulha
Os meus olhos permanecem
Admirando os abraços na frente do portão
E quando ouço a garotada chutando bola ali na esquina
O meu peito ainda explode de emoção
Decidi manter a minha alma no rastro
Daqueles que não se abandonam por causa de opinião
Que insistem na amizade
No respeito e na conversa que dura
Até o Sol se perder na escuridão
Viemos do mesmo pó, do mesmo fôlego, do mesmo amor
Somos uma família de muitos irmãos
Somos a imagem do criador
O que nos une é o sangue do cordeiro
Nós nascemos da sua grande dor
Eu é que não vou reconstruir o muro
Que a cruz de Cristo derrubou